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Pele ressecada em cães e gatos no inverno: causas, prevenção e como a nanoemulsão auxilia na hidratação cutânea

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Pele ressecada em cães e gatos no inverno: causas, prevenção e como a nanoemulsão auxilia na hidratação cutânea

Quando as temperaturas caem, cobertores, roupas quentinhas e passeios em horários mais agradáveis passam a fazer parte da rotina de muitos animais. Porém, existe um cuidado que pode ser facilmente esquecido durante essa época: a saúde da pele.

Assim como acontece com as pessoas, cães e gatos podem sentir os efeitos do ar mais frio e seco. Em alguns animais, a pele perde parte de sua hidratação natural, fica sensível e começa a apresentar descamação, aspereza ou coceira. A pelagem também pode parecer opaca, arrepiada ou menos macia.

Embora o ressecamento leve possa estar relacionado às mudanças do clima, nem toda alteração na pele deve ser considerada apenas uma consequência do inverno. Coceira intensa, queda de pelos, vermelhidão, feridas ou mau cheiro podem indicar alergias, parasitas, infecções ou outros problemas que precisam ser investigados por um médico-veterinário.

Por isso, observar o pet e adotar uma rotina adequada de prevenção faz toda a diferença. Em alguns casos, o veterinário também pode indicar uma formulação tópica manipulada com ativos hidratantes, escolhida de acordo com a espécie, a região afetada e a condição da pele.

Entre os ativos que podem ser utilizados nessas formulações está o NANOMED® HYDRA, uma combinação de óleos vegetais desenvolvida com tecnologia de nanoemulsão para uso tópico veterinário. Ao longo deste artigo, vamos entender de maneira simples como esse recurso pode auxiliar na hidratação cutânea e no cuidado com a pelagem.

Por que a pele dos pets pode ficar mais ressecada no inverno?

Por que a pele dos pets pode ficar mais ressecada no inverno

A pele funciona como uma barreira de proteção. Ela ajuda a impedir a perda excessiva de água e protege o organismo contra agentes externos, como poeira, microrganismos e substâncias irritantes.

Para cumprir essa função, a pele conta com uma camada natural de proteção formada, entre outros componentes, por lipídios. Esses lipídios podem ser comparados a uma espécie de “cimento” que mantém as células da camada mais externa unidas e ajuda a conservar a umidade.

Durante o inverno, o ar costuma ficar menos úmido em muitas regiões. O uso de aquecedores, ambientes fechados e a exposição ao vento também pode contribuir para a perda de umidade. Alguns cães apresentam irritação relacionada justamente às condições secas do inverno e à baixa umidade dentro de casa.

Isso não significa que todos os animais terão a pele ressecada. A resposta varia conforme a idade, o tipo de pelagem, a alimentação, a saúde geral, os hábitos de banho e a presença de doenças dermatológicas.

Pets idosos, animais com pele sensível e aqueles que já possuem histórico de alergias ou descamação podem exigir atenção especial. Cães de pelo curto também ficam mais expostos às mudanças do ambiente, enquanto os de pelagem longa podem esconder alterações na pele por mais tempo.

Nos gatos, a descamação pode aparecer no dorso e em outras áreas cobertas pela pelagem. Como os felinos se lambem frequentemente, o tutor pode não notar de imediato que existe desconforto. Em alguns casos, a lambedura excessiva é justamente um dos primeiros sinais de que algo não está bem.

Quais são as causas mais comuns do ressecamento?

Quais são as causas mais comuns do ressecamento

O inverno pode agravar o problema, mas geralmente não é o único fator envolvido. Conhecer as causas mais frequentes ajuda o tutor a evitar hábitos que prejudicam a pele e a procurar orientação profissional no momento certo.

Ar frio e baixa umidade

A combinação de frio, vento e ar seco pode facilitar a perda de água da superfície cutânea. Dentro de casa, aquecedores também reduzem a umidade do ambiente e podem aumentar a sensação de ressecamento.

O pet pode começar a apresentar pequenas escamas brancas entre os pelos, semelhantes à caspa. A pele pode ficar áspera, e áreas mais expostas, como focinho e coxins, podem perder elasticidade.

Banhos muito frequentes

Dar mais banhos não é necessariamente a melhor forma de cuidar da pele. Quando são frequentes demais ou realizados com produtos inadequados, os banhos podem remover parte da camada protetora natural.

A frequência ideal varia de um animal para outro. Um cão em tratamento dermatológico, por exemplo, pode precisar de banhos terapêuticos definidos pelo veterinário. Já um pet saudável pode necessitar de intervalos maiores.

Não é recomendado utilizar shampoo humano, sabonete comum, perfumes ou receitas caseiras. A pele dos animais possui características próprias, e um produto desenvolvido para pessoas pode causar irritação.

Quando o banho for necessário, deve-se utilizar um produto veterinário indicado para aquele animal, evitar água excessivamente quente e realizar uma secagem cuidadosa. Em cães cujo ressecamento está ligado ao clima ou aos hábitos de higiene, reduzir a frequência dos banhos e utilizar shampoo aprovado pelo veterinário pode ajudar.

Alimentação desequilibrada

A saúde da pele também depende de uma alimentação completa e adequada. Proteínas, gorduras, vitaminas e minerais participam da renovação cutânea e da formação dos pelos.

Isso não significa que todo pet com pele ressecada precise receber suplementos. A suplementação sem avaliação pode causar desequilíbrios e até efeitos indesejados. Mudanças na dieta e uso de ácidos graxos ou vitaminas devem ser conversados com o veterinário.

A água também precisa estar sempre limpa e disponível. Alguns gatos bebem melhor quando encontram potes distribuídos pela casa ou fontes de água, mas qualquer mudança deve respeitar as preferências e condições de saúde do animal.

Alergias e doenças dermatológicas

Alergias alimentares, ambientais e à picada de pulgas podem provocar coceira, descamação e inflamação. Parasitas, fungos, bactérias, alterações hormonais e outras doenças também podem causar sintomas parecidos com um simples ressecamento.

É justamente por isso que não se deve aplicar qualquer hidratante por conta própria. Ao aliviar temporariamente a aparência da pele, o produto pode atrasar a identificação da causa verdadeira.

Quando a alteração volta rapidamente depois do banho ou da escovação, uma avaliação veterinária é recomendada.

Como identificar que a pele está ressecada?

Os sinais podem variar de acordo com a intensidade do problema e o tipo de pelagem. Em cães de pelos claros ou muito densos, pequenas descamações podem passar despercebidas. Nos gatos, o hábito de se limpar sozinho também pode esconder algumas alterações.

Entre os sinais que merecem atenção estão:

  • pequenas escamas brancas entre os pelos;
  • pele áspera ou com aparência opaca;
  • coceira leve ou aumento da lambedura;
  • pelagem sem brilho e mais embaraçada;
  • focinho ou coxins menos macios;
  • sensibilidade durante o toque ou a escovação.

O tutor pode aproveitar momentos tranquilos, como a escovação, para separar delicadamente os pelos e observar a pele. Não é necessário esfregar, arrancar crostas ou apertar regiões sensíveis.

Também é importante verificar se existem pulgas, áreas avermelhadas, falhas na pelagem, secreções ou odor diferente. Fotografar a região pode ajudar a acompanhar a evolução e facilitar a conversa com o veterinário.

Quais sinais indicam que não é apenas ressecamento?

Quais sinais indicam que não é apenas ressecamento

A pele ressecada pode provocar desconforto, mas sintomas mais intensos exigem investigação. Procure atendimento veterinário quando houver:

  • coceira persistente ou muito forte;
  • feridas, crostas ou sangramento;
  • áreas quentes, inchadas ou doloridas;
  • queda localizada ou generalizada de pelos;
  • vermelhidão intensa;
  • secreção, mau cheiro ou pele úmida;
  • mudanças de comportamento;
  • falta de apetite ou outros sintomas gerais.

Esses sinais podem aparecer em alergias, infecções, infestações por parasitas e diferentes doenças. Somente o exame clínico e, quando necessário, testes complementares podem identificar a causa.

A hidratação tópica pode fazer parte do cuidado, mas não substitui medicamentos indicados para tratar infecções, alergias ou alterações hormonais.

Como prevenir a pele ressecada em cães e gatos?

Como prevenir a pele ressecada em cães e gatos

A prevenção começa com atitudes simples. O objetivo não é criar uma rotina complicada, mas preservar a barreira natural da pele e perceber alterações antes que o desconforto aumente.

Ajuste a rotina de banhos

Converse com o veterinário sobre a frequência adequada para o seu pet. Evite aumentar o número de banhos apenas porque o animal passa mais tempo dentro de casa.

Use somente shampoo veterinário e respeite as orientações de diluição e tempo de contato. A água deve estar agradável, nunca muito quente.

Depois do banho, remova o excesso de água com uma toalha macia, sem esfregar vigorosamente. A secagem deve ser completa, principalmente em animais com pelos densos, mas o secador não deve ficar muito quente ou próximo da pele.

Escove a pelagem regularmente

A escovação ajuda a retirar pelos mortos, reduz a formação de nós e distribui a oleosidade natural ao longo da pelagem. Também permite que o tutor observe descamações, feridas ou parasitas.

Escolha uma escova apropriada para o tipo de pelo. A escovação não deve machucar nem puxar a pele. Em gatos que não gostam do procedimento, sessões curtas e tranquilas costumam ser mais bem aceitas.

Cuide da umidade do ambiente

Quando o ar estiver muito seco, manter o ambiente ventilado e utilizar um umidificador de forma adequada pode ajudar. O aparelho precisa ser higienizado regularmente para não acumular fungos ou bactérias.

O pet também deve ter um local confortável, protegido do vento e distante de aquecedores muito quentes. Camas e cobertores precisam permanecer limpos e secos.

Mantenha uma alimentação adequada

Ofereça um alimento completo para a espécie, a idade e a condição de saúde. Evite acrescentar óleos, vitaminas ou suplementos por conta própria.

Caso o animal já tenha uma doença dermatológica, o veterinário pode avaliar se existe benefício em alguma estratégia nutricional específica. A decisão precisa considerar o peso, os exames, a dieta atual e o histórico clínico.

Utilize somente hidratantes veterinários

Cremes humanos, óleos essenciais, pomadas domésticas e misturas caseiras podem conter substâncias irritantes ou perigosas se forem lambidas.

Os gatos exigem cuidado ainda maior porque realizam a própria higiene e podem ingerir o produto aplicado. Qualquer formulação deve ser apropriada para a espécie e usada exatamente conforme a orientação profissional.

O que é uma nanoemulsão?

O nome pode parecer complicado, mas o conceito é mais simples do que parece. Uma emulsão é uma mistura que permite reunir componentes que normalmente não se misturam com facilidade, como óleo e água.

Na nanoemulsão, as gotículas oleosas são extremamente pequenas. Essa organização favorece a distribuição dos ingredientes na formulação, contribui para sua estabilidade e pode proporcionar uma aplicação mais uniforme e agradável.

Isso é especialmente interessante em produtos tópicos. Em vez de aplicar um óleo puro, pesado e difícil de espalhar, é possível incorporá-lo a loções, géis, sprays, xampus ou outras formas farmacêuticas desenvolvidas para a pele e os pelos.

A tecnologia não transforma um produto em solução para todos os problemas dermatológicos. Sua função é melhorar a forma como determinados ingredientes são veiculados e distribuídos. A escolha da fórmula, da concentração e do modo de uso continua dependendo da avaliação profissional.

Como o NANOMED® HYDRA auxilia na hidratação cutânea?

Como o NANOMED HYDRA auxilia na hidratação cutânea

O NANOMED® HYDRA não é, por si só, um medicamento pronto. Trata-se de um ativo destinado à incorporação em formulações veterinárias tópicas.

De acordo com a ficha técnica fornecida pelo fabricante, ele combina óleos vegetais de coco, argan e abacate em uma nanoemulsão. Esses ingredientes foram reunidos com o objetivo de favorecer a hidratação, a nutrição cutânea, o cuidado da barreira da pele e a qualidade da pelagem. O documento também informa que o ativo possui 98% de origem natural, segundo o critério citado pelo fabricante.

Óleo de coco

O óleo de coco possui características emolientes. Em uma formulação tópica, pode ajudar a proporcionar maciez e a reduzir a sensação de aspereza em áreas ressecadas.

Isso não significa que o tutor deva aplicar óleo de coco culinário diretamente no animal. Uma fórmula veterinária considera concentração, estabilidade, área de aplicação, espécie e risco de lambedura.

Óleo de argan

Conhecido pelo uso em produtos para pele e cabelos, o óleo de argan é empregado como ingrediente nutritivo e emoliente. Na formulação veterinária, pode colaborar para uma pelagem mais macia, alinhada e com aparência saudável.

Óleo de abacate

O óleo de abacate também é utilizado pelo seu perfil emoliente. Ele integra a combinação destinada a auxiliar na hidratação de regiões secas e no cuidado da barreira cutânea.

A presença desses três óleos em nanoemulsão facilita sua dispersão em bases aquosas e permite a preparação de diferentes formas tópicas. Segundo a documentação técnica, o NANOMED® HYDRA pode ser incorporado a emulsões, loções, géis, sprays, xampus e lenços umedecidos.

Em quais áreas a formulação pode ser utilizada?

Dependendo da prescrição e da forma farmacêutica escolhida, formulações com NANOMED® HYDRA podem ser preparadas para o cuidado da pele, dos pelos, dos coxins e do focinho.

Uma loção pode ser adequada para determinada região, enquanto um spray pode facilitar a aplicação em outra. Em alguns casos, o veterinário pode preferir um gel, um shampoo ou uma emulsão.

Essa versatilidade é uma das vantagens da manipulação veterinária. A forma final pode ser escolhida considerando o tamanho do animal, o tipo de pelagem, a extensão da área e a facilidade de aplicação.

Na Farmácia Animapet, as fórmulas manipuladas são produzidas com base em receita veterinária e podem ser adaptadas às necessidades de cada pet. A farmácia trabalha com preparações dermatológicas e diferentes formas farmacêuticas, sempre conforme a orientação do profissional responsável.

Quais cuidados são necessários em cães e gatos?

Todo produto tópico deve ser usado com responsabilidade. A ficha técnica do NANOMED® HYDRA informa que ele é destinado exclusivamente ao uso externo veterinário.

Em cães, o ativo pode integrar formulações para aplicação na pele, nos pelos, nos coxins e no focinho, conforme orientação profissional. Deve-se evitar o contato com olhos, mucosas e regiões genitais.

Nos gatos, o cuidado precisa ser ainda maior. O documento recomenda uso moderado, apenas em áreas de difícil lambedura e sempre sob orientação veterinária, devido ao risco de ingestão acidental e desconfortos gastrointestinais.

A aplicação deve ser suspensa caso surjam irritação, vermelhidão ou sensibilidade. O tutor também não deve alterar a quantidade, a frequência ou a região de uso sem conversar com o veterinário.

É importante destacar que a concentração presente na ficha técnica, de 0,5% a 5%, é uma informação voltada ao desenvolvimento farmacotécnico. Ela não representa uma dose para o tutor preparar em casa. A concentração final deve ser definida pelo profissional conforme a indicação e as características do animal.

Por que uma formulação manipulada pode ser útil?

Animais da mesma espécie podem ter necessidades muito diferentes. Um cão pequeno com ressecamento localizado no focinho não precisa necessariamente da mesma apresentação indicada para um animal de grande porte com áreas extensas de descamação.

Na manipulação veterinária, o médico-veterinário pode prescrever uma forma farmacêutica mais adequada à rotina do pet. Também é possível ajustar a quantidade preparada e selecionar uma base compatível com a região de aplicação.

Essa personalização não substitui o diagnóstico. Na verdade, ela começa justamente após a avaliação veterinária, quando já existe uma indicação clara do que o animal precisa.

Perguntas frequentes sobre pele ressecada no inverno

Posso passar hidratante humano no meu pet?

Não é recomendado. Hidratantes humanos podem conter perfumes, conservantes e outros componentes inadequados para animais. Além disso, existe o risco de ingestão durante a lambedura.

Posso aplicar óleo vegetal puro?

Não faça isso sem orientação veterinária. O óleo puro pode deixar a região excessivamente oleosa, favorecer o acúmulo de sujeira, ser ingerido ou causar irritação. Uma formulação profissional utiliza os ingredientes em concentrações e veículos adequados.

A descamação sempre é causada pelo frio?

Não. O clima seco pode contribuir, mas alergias, parasitas, infecções, alterações nutricionais e doenças hormonais também podem causar descamação. Quadros persistentes precisam de avaliação.

Gatos podem usar formulações com NANOMED® HYDRA?

O uso pode ser considerado pelo veterinário, mas deve ser moderado e restrito a áreas de difícil lambedura. A indicação e o acompanhamento profissional são indispensáveis.

A nanoemulsão trata alergias ou infecções?

A nanoemulsão com ativos hidratantes pode auxiliar na hidratação e no cuidado da barreira cutânea, mas não substitui o tratamento específico de alergias, infecções ou parasitas.

Conclusão

A pele ressecada em cães e gatos no inverno pode surgir quando o frio, o vento e a baixa umidade se somam a banhos inadequados, pele sensível ou outros fatores individuais. Descamação leve, aspereza e pelagem opaca merecem atenção, mas coceira intensa, feridas, mau cheiro e queda de pelos exigem avaliação veterinária.

A prevenção inclui banhos na frequência correta, produtos próprios para pets, escovação delicada, boa alimentação, água disponível e um ambiente confortável. Evitar hidratantes humanos e receitas caseiras também protege o animal contra irritações e ingestões acidentais.

Quando houver indicação profissional, uma formulação veterinária com NANOMED® HYDRA pode auxiliar na hidratação e nutrição da pele, no cuidado da barreira cutânea e na melhora da maciez e da aparência da pelagem. Sua nanoemulsão combina óleos de coco, argan e abacate e pode ser incorporada a diferentes apresentações tópicas.

Cada pet, porém, possui uma pele, uma rotina e uma necessidade específica. Antes de iniciar qualquer produto, converse com o médico-veterinário. Com a prescrição em mãos, a Farmácia Animapet pode avaliar a preparação de uma fórmula dermatológica personalizada, desenvolvida para tornar o cuidado mais seguro, prático e adequado ao seu melhor amigo.

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